Crédito Rural https://www.fomento.pr.gov.br/ pt-br FIDC Agro Paraná recebe R$ 261 milhões e inicia nova era do crédito rural no Estado https://www.fomento.pr.gov.br/Noticia/FIDC-Agro-Parana-recebe-R-261-milhoes-e-inicia-nova-era-do-credito-rural-no-Estado <span>FIDC Agro Paraná recebe R$ 261 milhões e inicia nova era do crédito rural no Estado</span> <div class="field field--name-field-editoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Editoria/Noticias" hreflang="pt-br">Notícias</a></div> </div> <span><span lang="" about="/usuario/Luciano-Pedro-Patzsch" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="" content="54458102915">Luciano Pedro …</span></span> <span>ter, 17/06/2025 - 18:43</span> <div class="field field--name-field-escopo-destaque field--type-string-long field--label-hidden field--item">Instrumento inédito criado pelo Governo do Estado visa alavancar até R$ 2 bilhões em financiamentos para o agronegócio, com foco em inovação e infraestrutura no campo, em parceria com cooperativas e empresas integradoras.</div> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><p>O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios das Cadeias Produtivas do Agro - FIDC Agro Paraná, primeiro instrumento de crédito rural criado por um governo estadual no Brasil, recebeu nesta terça-feira (17) o seu aporte inicial, no valor de R$ 261 milhões. A operação foi formalizada pela Fomento Paraná, instituição estadual responsável pela estruturação do fundo, em parceria com a cooperativa C.Vale e o Sicredi.</p> <p>Criado pelo Governo do Estado e lançado em abril na B3, em São Paulo, o FIDC Agro Paraná visa alavancar até R$ 2 bilhões para o financiamento de projetos estruturantes no campo. A proposta é impulsionar o agronegócio com apoio direto ao cooperativismo, à modernização tecnológica e ao fortalecimento da renda em regiões produtoras.</p> <p>Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o aporte inicial é um marco inédito para a agricultura paranaense e brasileira. “Pela primeira vez, um governo estadual lidera a criação de um fundo estruturado de crédito rural com gestão profissional e foco direto nos produtores. O FIDC Agro Paraná nasce com o objetivo de garantir financiamento acessível, com juros mais baixos que o Plano Safra e prazos de até dez anos para pagamento, permitindo que pequenos e médios produtores invistam em infraestrutura, tecnologia e geração de renda com previsibilidade e segurança”, afirmou.</p> <p>O governador destacou que este primeiro aporte com a C.Vale integra uma rede maior de investimentos previstos em negociação com outras cooperativas. “O Paraná sai na frente com um modelo inovador que conecta o mercado de capitais ao campo, fortalecendo cooperativas, ampliando a produção de matéria-prima e destravando o crescimento agroindustrial. Estamos abrindo uma nova porta de crédito para milhares de agricultores, com impacto direto na geração de emprego, no aumento da competitividade e no desenvolvimento regional”, acrescentou. </p> <p>Os recursos desta primeira operação serão destinados à construção de 96 aviários, tanques de piscicultura mais eficientes e sustentáveis, além de matrizeiros – espaços voltados à criação de aves reprodutoras, que abastecem incubatórios com pintinhos para a produção de frango de corte.</p> <p>A Fomento Paraná atua como cotista sênior, oferecendo estabilidade à operação, enquanto a gestão dos recursos é feita pela Suno Asset. Do total investido nesta etapa, R$ 52 milhões são da Fomento Paraná, R$ 112,8 milhões da C.Vale e R$ 96,2 milhões do Sicredi.</p> <p>Para o presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Alfredo Lang, o FIDC representa um marco na relação entre o mercado de capitais e o setor produtivo. “Esta primeira emissão em parceria com o Governo do Estado representa não apenas uma inovação financeira, mas uma nova fonte de financiamento para os produtores integrados da C.Vale”, afirmou.</p> <p>Segundo Lang, o foco será o fomento das cadeias de frango, suínos e peixes, com crédito mais previsível, competitivo e menos sujeito às oscilações de mercado. “Isso reforça a sustentabilidade financeira do produtor, garante liquidez à cadeia e reduz riscos sistêmicos em toda a operação”, completou.</p> <p><strong>CARACTERÍSTICAS </strong>– Com taxas de juros equivalentes as do Plano Safra, o FIDC se apresenta como uma alternativa complementar ao crédito rural federal, cuja demanda tem superado a oferta. O foco do fundo são investimentos de capital – ou seja, não há cobertura para custeio de safras nem compra de terras. Os recursos podem ser usados para modernização da cadeia produtiva, desde estruturas físicas até equipamentos agrícolas e industriais.</p> <p>A Fomento Paraná já está em processo de estruturação de novos fundos com outras cooperativas e agroindústrias. Os projetos em análise somam mais de R$ 1 bilhão em investimentos previstos para os próximos meses. Somente a C.Vale prevê aplicar R$ 375 milhões em projetos dos seus cooperados até o fim de 2025, por meio do FIDC.</p> <p>“O Paraná sai na frente mais uma vez ao estruturar o primeiro FIDC Agro estadual do Brasil, conectando governo, cooperativas e mercado financeiro em um modelo inovador de crédito. É uma solução que nasce da confiança entre os atores envolvidos e que vem para suprir lacunas do sistema tradicional, com agilidade, previsibilidade e foco no desenvolvimento do agro”, avaliou o presidente da Fomento Paraná, Claudio Stabile.</p> <p>O foco inicial é nas cooperativas, integradoras que possuem uma estrutura financeira e administrativa mais robusta, como a própria C.Vale, mas a partir da consolidação do Fundo, diversas outras organizações poderão ser atendidas.</p> <p>“O Estado tem recursos e disposição para ampliar sua participação, desde que novas propostas sigam critérios técnicos e de governança. A ideia é pulverizar o acesso ao crédito de investimento no campo, alcançando também outras cooperativas, agroindústrias e agentes da cadeia produtiva”, complementou Stabile.</p> <p><strong>CONTAS EM DIA </strong>– De acordo com o secretário estadual da Fazenda, Norberto Ortigara, que participou da elaboração do modelo do Fundo, a oferta de crédito para o agronegócio é fruto das condições sólidas das contas públicas do Paraná. “O Paraná só consegue estruturar um fundo desse porte porque mantém as contas em dia, com equilíbrio fiscal e capacidade de investimento”, disse.</p> <p>“Enquanto o governo federal enfrenta dificuldades para financiar o agro, aqui conseguimos unir recursos públicos, mercado financeiro e cooperativas em um modelo eficiente de crédito. Este é apenas o primeiro de muitos fundos que vamos colocar de pé para fomentar a produção e a agregação de valor no campo”, garantiu Ortigara.</p> <p><strong>COMO FUNCIONA</strong> – O FIDC Agro Paraná funciona como uma plataforma financeira inovadora, por meio da qual cooperativas e empresas integradoras podem criar fundos vinculados e oferecer condições facilitadas de financiamento aos cooperados e produtores integrados. O modelo permite a aquisição de máquinas, sistemas de irrigação, estruturas de armazenagem e transporte, entre outros itens voltados à modernização da agroindústria.</p> <p>Trata-se de uma espécie de ‘fundo coletivo’ de investimento, em que diferentes agentes – como cooperativas, bancos, empresas e até o Estado – aplicam recursos financeiros para formar uma carteira robusta. Esses investidores se tornam cotistas do fundo e passam a receber rendimento proporcional à sua participação, com base no pagamento das parcelas dos financiamentos concedidos aos produtores. Já os cooperados e produtores integrados se beneficiam ao ter acesso a crédito com juros mais baixos, prazos mais longos e menos burocracia do que em instituições financeiras tradicionais.</p> <p>Na prática, as cooperativas estruturam os projetos, fazem a ponte com os produtores e avalizam os financiamentos. Como o risco é diluído e o modelo é mais próximo da realidade do campo, o fundo consegue atender com mais agilidade demandas por máquinas, estruturas e tecnologias. Ao mesmo tempo, os cotistas são remunerados com base na performance dos financiamentos, o que torna o modelo atrativo também do ponto de vista financeiro.</p> <p>Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Márcio Nunes, o início da operação do Fundo representa uma virada de chave para o financiamento rural no Estado. “Estamos ofertando crédito de longo prazo, com juros acessíveis, por meio do qual o produtor poderá investir com carência e segurança, sabendo que terá mercado para sua produção. Isso fortalece a agroindústria, garante matéria-prima e impulsiona o crescimento do Paraná, que já desponta como um dos motores econômicos do Brasil”, declarou.</p> <p>PRESENÇAS – Também participaram do anúncio do investimento o diretor de Desenvolvimento Econômico da Invest Paraná, Rogério Chaves; o presidente do Conselho do Grupo Suno, Tiago Reis; e o diretor de investimentos da Suno Asset, Vitor Duarte. Pela C.Vale, também participaram do encontro o diretor Executivo, Édio José Schreiner; o diretor Industrial, Reni Eduardo Girardi; e o diretor Administrativo-Financeiro, Marcelo Afonso Riedi.</p> <p> </p></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="https://www.fomento.pr.gov.br/Noticia/FIDC-Agro-Parana-recebe-R-261-milhoes-e-inicia-nova-era-do-credito-rural-no-Estado" data-a2a-title="FIDC Agro Paraná recebe R$ 261 milhões e inicia nova era do crédito rural no Estado"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><section> </section> Tue, 17 Jun 2025 21:43:20 +0000 Luciano Pedro Patzsch 2635 at https://www.fomento.pr.gov.br Com 7,8 mil projetos, Banco do Agricultor já liberou R$ 1 bilhão para produtores rurais https://www.fomento.pr.gov.br/Noticia/Com-78-mil-projetos-Banco-do-Agricultor-ja-liberou-R-1-bilhao-para-produtores-rurais <span>Com 7,8 mil projetos, Banco do Agricultor já liberou R$ 1 bilhão para produtores rurais</span> <div class="field field--name-field-editoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Editoria/Noticias" hreflang="pt-br">Notícias</a></div> </div> <span><span lang="" about="/usuario/Luciano-Pedro-Patzsch" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="" content="54458102915">Luciano Pedro …</span></span> <span>ter, 06/05/2025 - 10:50</span> <div class="field field--name-field-escopo-destaque field--type-string-long field--label-hidden field--item">Subsídio para diminuir as taxas de juros por meio do Fundo de Desenvolvimento Econômico já soma R$ 300 milhões e atende mais de 7.800 contratos. Apoio ao produtor ganha reforço com novo FIDC AGRO e subvenção ao Prêmio do Seguro Rural.</div> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><p>O programa Banco do Agricultor Paranaense chegou ao primeiro R$ 1 bilhão em financiamentos contratados para produtores rurais paranaenses. Lançado em 2021, o programa já beneficiou mais de 7,8 mil projetos de melhoria no meio rural. São projetos de apoio à pecuária, bovinocultura de leite, cadeias produtivas como café, olericultura, fruticultura e produção agroecológica, irrigação e sistemas de geração de energia de fontes renováveis.</p> <p>O programa é gerenciado pela Secretaria de Estado da Agricultora e Abastecimento (Seab) e tem apoio do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), administrado pela Fomento Paraná, para subsidiar e reduzir os juros em financiamentos de crédito rural contratados junto às instituições financeiras credenciadas: Banco do Brasil, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e as cooperativas de crédito Sicoob, Sicredi e Cresol.</p> <p>A proposta é impulsionar investimentos por meio da redução dos juros para financiamentos em projetos de atividades agropecuárias, além de promover inovação tecnológica, sustentabilidade, geração de emprego e melhoria da competitividade do produto paranaense.</p> <p>“Com a ação do Estado, por meio do programa Banco do Agricultor, o agricultor está deixando de pagar mais de R$ 300 milhões em juros de financiamentos do crédito rural”, diz Claudio Stabile, diretor-presidente da Fomento Paraná. “É uma medida importante, porque contribui para reduzir os custos de produção, que impactam no preço dos alimentos ao consumidor, ao mesmo tempo em que melhora a renda e a qualidade de vida do produtor rural”.</p> <p>O diretor administrativo​​ do BRDE, Heraldo Neves, informa que o banco já formalizou mais de 1.100 contratos, que representam quase R$ 100 milhões em juros sendo equalizados, pagos pelo Tesouro do Estado. “Boa parte desses contratos, quase metade, são muito importantes para o Paraná. São projetos de irrigação, de alternativa energética, performando quase R$ 300 milhões somente nessas operações”, destaca.</p> <p>Segundo o gerente de Mercado do Agro do Banco do Brasil no Paraná, Luis Felipe Guimarães, desde 2021 já são mais de 5 mil famílias atendidas pelo Banco do Brasil com operações rurais abrangidas pelo o Banco do Agricultor Paranaense, fortalecendo o papel da instituição de principal parceiro do agronegócio e da agricultura familiar paranaense. “Nos orgulha mais essa parceria com o governo do Estado, com o Paraná como sempre na vanguarda, proporcionando condições para que o campo fique cada vez mais forte e eficiente”, afirma.</p> <p>O presidente da Central Cresol Baser, Alzimiro Thomé, diz que com as condições facilitadas e foco na agricultura familiar, o Banco do Agricultor Paranaense está alinhado aos princípios da cooperativa, permitindo que a Cresol cumpra o seu papel de apoiar o crescimento no campo.</p> <p>“Ao facilitar o acesso ao crédito para investimentos na agricultura, a Cresol desempenha um papel no desenvolvimento econômico e social das regiões onde atuamos, especialmente aqui no Paraná. O programa impulsiona a produção, gera empregos e renda no campo, fortalecendo as comunidades locais e a própria atuação da cooperativa”, destaca.</p> <p>Gilson Farias, gerente de Desenvolvimento de Negocias da Central Sicredi PR/SP/RJ, destaca o Banco do Agricultor Paranaense por dinamizar as propriedades no Paraná através da inserção de tecnologia, melhoria no campo, agregando qualidade de vida, agregando renda ao produtor rural, e nós temos a honra de participar.</p> <p>“Entendemos que é um ótimo programa, que permite que o agricultor pague menos juros, através do subsídio, e realize os projetos. Já fizemos uma parceria com o BRDE de mais de R$ 186 milhões e diretamente pelo Sicredi mais de R$ 70 milhões financiados aos produtores rurais no Paraná. É um programa que está tendo muita procura por parte dos agricultores e um programa excelente para o Paraná”, avalia Farias.</p> <p> </p> <p><strong>FIDC AGRO PARANÁ </strong>– Outra ação do Governo do Estado com participação da Fomento Paraná que vai ajudar a reduzir os custos para ampliar os investimentos na estrutura das cadeias produtivas do agronegócio é o FIDC Agro Paraná, lançado recentemente pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior na B3, a Bolsa de São Paulo.</p> <p>O FIDC é um fundo estadual inédito — o primeiro instrumento de crédito voltado ao agronegócio criado por um Estado — que pode alavancar até R$ 2 bilhões em negócios envolvendo as cadeias produtivas do agro no Estado.</p> <p>Os projetos devem beneficiar produtores cooperados a grandes cooperativas ou vinculados a empresas integradoras, que terão acesso a crédito com taxas equivalentes às do crédito rural, em torno de 9% ao ano, mais baixas, portanto, do que os juros de mercado neste momento em que a taxa básica da economia (SELIC), beira os 15% ao ano).</p> <p>“Estamos colocando R$ 150 milhões neste primeiro fundo, que poderá investir em outros fundos de direitos creditórios vinculados que estão sendo preparados, e ainda dispomos de outros R$ 200 milhões para colocar nesse tipo de dispositivo”, detalha Stabile.</p> <p> </p> <p><strong>SEGURO RURAL</strong> – A Fomento Paraná também apoia o produtor rural paranaense por meio do Programa de Seguro Rural, com recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE). O programa é gerenciado pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e visa mitigar o risco das atividades agropecuárias e reduzir o endividamento agrícola.</p> <p>Desde 2009, quando foi aprovada a Lei 16.166/2009, que concede Subvenção Estadual ao Prêmio de Seguro Rural, já foram pagos mais de R$ 88,6 milhões em subvenção para 47,1 mil apólices de seguro.</p> <p>Em 2024 foram pagos aproximadamente R$ 4 milhões em subvenção. Para 2025 o FDE destacou R$ 12 milhões, com mais de dois terços desse valor já usados para contratos principalmente para atendimento da cultura do milho segunda safra.</p> <p>A subvenção cobre 29 culturas, entre a produção de frutas, grãos (exceto soja), pecuária de leite e de corte, e funciona de forma complementar ao programa do governo federal. O Estado do Paraná subvenciona 20% do valor da apólice e o Ministério da Agricultura e Pecuária subvenciona outros 20%. O produtor deve pagar apenas 60% do valor da apólice. Cada produtor pode contratar até R$ 4,4 mil por CPF/CNPJ, por cultura ou espécie animal e até R$ 8,8 mil por CPF/CNPJ por ano civil (janeiro a dezembro).</p> <p>Nos últimos dois anos o desembolso para subvenção do prêmio do seguro rural vinha diminuindo, por conta do aumento dos riscos envolvidos na produção, como os fatores climáticos, considerando-se os períodos de plantio estabelecidos pelo Zoneamento Agrícola de Risco Agroclimático (Zarc), e em parte por conta da reformulação da base legal de normas que regem o credenciamento e contratação das seguradoras, realizada em 2024.</p> <p>Agora em 2025, foi lançado novo edital que manterá as subvenções no mesmo patamar anterior e as seguradoras estão em fase de encaminhamento de documentos para credenciamento e posterior contrato com a Fomento Paraná.</p> <p>“Os eventos climáticos extremos que têm ocorrido nestes últimos anos, como chuvas em excesso, estiagem, granizo e geadas, estão comprometendo não só a produção de alimentos e também a renda dos produtores e o seguro rural contribui com o não endividamento e continuidades destes nos processos produtivos da agricultura”, informa a Coordenação Estadual do Seguro Rural do Departamento de Economia Rural (Deral) da Seab.</p></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="https://www.fomento.pr.gov.br/Noticia/Com-78-mil-projetos-Banco-do-Agricultor-ja-liberou-R-1-bilhao-para-produtores-rurais" data-a2a-title="Com 7,8 mil projetos, Banco do Agricultor já liberou R$ 1 bilhão para produtores rurais"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><section> </section> Tue, 06 May 2025 13:50:49 +0000 Luciano Pedro Patzsch 2628 at https://www.fomento.pr.gov.br Fórum em Londrina ampliou discussão sobre acesso a crédito rural no país https://www.fomento.pr.gov.br/Noticia/Forum-em-Londrina-ampliou-discussao-sobre-acesso-credito-rural-no-pais <span>Fórum em Londrina ampliou discussão sobre acesso a crédito rural no país</span> <div class="field field--name-field-editoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Editoria/Noticias" hreflang="pt-br">Notícias</a></div> </div> <span><span lang="" about="/usuario/50495278807" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">50495278807</span></span> <span>sex, 15/03/2024 - 13:08</span> <div class="field field--name-field-escopo-destaque field--type-string-long field--label-hidden field--item">A Fomento Paraná e o BRDE, componentes do Sistema Paranaense de Fomento, participaram nesta semana, em Londrina, do primeiro encontro do Fórum Debate, ciclo de eventos promovido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), entidade que congrega bancos de desenvolvimento e agências de fomento de todo o país.</div> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><p>A Fomento Paraná e o BRDE, componentes do Sistema Paranaense de Fomento, participaram nesta semana, em Londrina, no Norte do Estado, do primeiro encontro do Fórum Debate, ciclo de eventos promovido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), entidade que congrega bancos de desenvolvimento e agências de fomento de todo o país.</p> <p>O ciclo de eventos do fórum conta com apoio da Frente Parlamentar Mista de Apoio ao Sistema Nacional de Fomento para o Financiamento do Desenvolvimento (FPSNF) e será realizado nas cinco regiões ao longo do ano para debater desenvolvimento sustentável.</p> <p>Foram debatidos os seguintes temas em dois painéis: “Desafios do crédito agrícola para o desenvolvimento sustentável da agricultura brasileira” e “Financiamento à inovação na agricultura brasileira: novas tecnologias para o desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente sustentável”.</p> <p>A deputada federal Luisa Cansiani, presidente da FPSNF, disse que o objetivo é ajudar o Sistema Nacional de Fomento. “Pudemos reunir no ano passado as assinaturas e fazer o lançamento da frente e agora começamos a trabalhar com muito afinco pra garantirmos um ambiente legislativo favorável ao Sistema Nacional de Fomento”, disse.</p> <p>Celso Pansera, presidente da ABDE, afirmou que o fórum começa com chave de ouro. “Acho que fizemos um bom evento, o que demonstra que a ABDE de fato tá num caminho correto ao apostar no fortalecimento do Sistema Nacional de Fomento como um braço fundamental para a virada de chave na economia brasileira com palavras como sustentabilidade e inovação”, afirmou. Ele também é presidente da Finep.</p> <p>“O Paraná e Londrina são espaços vocacionados à produção agropecuária. Ficamos muito honrados e felizes em receber esse primeiro Fórum de Desenvolvimento para discutir, principalmente, a sustentabilidade do agro, as novas tecnologias e até que ponto as linhas de financiamento podem encontrar um campo mais sustentável”, afirmou o diretor-presidente da Fomento Paraná, Heraldo Neves. “Saímos daqui com algumas questões encaminhadas ao Sistema Nacional de Financiamento, especialmente junto ao BNDES e a Finep e esperamos que os pleitos possam ser atendidos”.</p> <p>Para o diretor financeiro do BRDE, Wilson Bley Lipski, o evento foi uma grande oportunidade para debater temas relevantes para a prática diária da entrega de crédito. “No Paraná temos um diálogo permanente entre Fomento, BRDE e Invest Paraná, no Sistema Paranaense de Fomento. E hoje ampliamos neste fórum, com outros atores saímos com resultados”, afirmou.</p> <p>Para ele, há grande expectativa para aumentar o volume de recursos disponíveis para o crédito rural no País. “A grande expectativa é poder captar recursos externos para destinar ao agro, que é um propulsor de desenvolvimento no Sul do Brasil e principalmente no Paraná. Mas faltam mecanismos inovadores de proteção cambial, para equilíbrio da moeda estrangeira, pois os recursos disponíveis são mais baratos do que o que hoje é oferecido no Plano Safra”, completou.</p> <p>O fórum contou ainda com a celebração de vários contratos de financiamento envolvendo os associados Finep, Fomento Paraná, BRDE, Cresol.</p> <p><strong>ACORDO</strong> – A Fomento Paraná assinou durante o evento um contrato com a empresa Publis Informática e Sistemas, também de Londrina, representada pela empresária Patrícia Ikeda Vecchia. O crédito da linha Fomento Inova Juro Zero, foi intermediado pela Associação Comercial de Londrina, com garantia ofertada da Sociedade Garantidora Garanticoop. Os recursos serão aplicados para viabilizar um projeto de desenvolvimento de software da empresa.</p></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="https://www.fomento.pr.gov.br/Noticia/Forum-em-Londrina-ampliou-discussao-sobre-acesso-credito-rural-no-pais" data-a2a-title="Fórum em Londrina ampliou discussão sobre acesso a crédito rural no país"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><section> </section> Fri, 15 Mar 2024 16:08:15 +0000 50495278807 2561 at https://www.fomento.pr.gov.br Com apoio de entidades do Estado, Londrina recebe evento nacional de crédito rural https://www.fomento.pr.gov.br/Noticia/Com-apoio-de-entidades-do-Estado-Londrina-recebe-evento-nacional-de-credito-rural <span>Com apoio de entidades do Estado, Londrina recebe evento nacional de crédito rural</span> <div class="field field--name-field-editoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Editoria/Noticias" hreflang="pt-br">Notícias</a></div> </div> <span><span lang="" about="/usuario/50495278807" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">50495278807</span></span> <span>qua, 13/03/2024 - 14:04</span> <div class="field field--name-field-escopo-destaque field--type-string-long field--label-hidden field--item">Evento é o primeiro de um ciclo de encontros que ocorrerá ao longo de 2024, com presença de representantes do governo federal e estadual e especialistas da área. O evento é intitulado “A importância do crédito rural: sustentabilidade e tecnologia”.</div> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><p>A Fomento Paraná, a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e o BRDE promovem nesta quinta-feira (14), na Associação Comercial de Londrina (ACIL), no Norte, o primeiro encontro do Fórum do Desenvolvimento. Ele dá largada a um ciclo de eventos regionais destinados a promover o diálogo entre setor público, privado e sociedade civil sobre o desenvolvimento econômico sustentável e inclusivo do Brasil. O evento é intitulado “A importância do crédito rural: sustentabilidade e tecnologia”.</p> <p>O fórum conta com apoio da Frente Parlamentar Mista de Apoio ao Sistema Nacional de Fomento para o Financiamento do Desenvolvimento (FPSNF) e terá a presença do presidente da ABDE e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Celso Pansera; e da deputada federal e presidente da FPSNF, Luisa Canziani. Representantes do governo federal e estadual e especialistas do tema também participarão das conferências.</p> <p>Segundo Pansera, Londrina abrirá a Agenda 2024 de eventos regionais da instituição, ampliando o alcance dos debates sobre o desenvolvimento já realizados pela Associação nos últimos anos. “A troca de experiências entre os formuladores da política nacional e as instituições financiadoras dessas iniciativas tornará possível a identificação de possíveis caminhos para a concretização da política de inovação, aumento de produtividade e resiliência do setor agroindustrial e da agricultura familiar brasileira”, afirma.</p> <p>"É muito importante para o BRDE poder participar deste evento, pois é a cara da nossa instituição como um banco de desenvolvimento e Banco Verde”, diz o diretor-financeiro do BRDE, Wilson Bley Lipski. “Queremos aproveitar este evento para mostrar para os produtores rurais do Estado e que o BRDE é uma instituição parceira, que vai desde o pequeno até o grande agricultor e muito forte em crédito rural".</p> <p>Para o diretor-presidente da Fomento Paraná, Heraldo Neves, participar de um debate sobre crédito rural e desenvolvimento sustentável é muito apropriado para a instituição neste momento. “A Fomento Paraná vem trabalhando estruturação de um Fiagro (plataforma exclusiva dedicada para análise dos fundos de agronegócio) para apoiar as cadeias produtivas agroindustriais e também na criação de uma linha de microcrédito rural, focada na agricultura familiar e com um viés de atenção ainda maior nas mulheres agricultoras, que poderão contar com uma política de juros zero para financiar melhorias em suas propriedades”, complementa.</p> <p>Com entrada gratuita, a programação incluirá a apresentação de três painéis com participação de várias autoridades, sendo o primeiro sobre “Desafios do crédito agrícola para o desenvolvimento sustentável da agricultura brasileira”. Em seguida, o tema apresentado será “Financiamento à inovação na agricultura brasileira: novas tecnologias para o desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente sustentável”. Para finalizar haverá uma série de reuniões técnicas de atendimento, com clientes efetivos e potenciais.</p> <p><strong>Serviço:</strong></p> <p>Evento “A importância do crédito rural: sustentabilidade e tecnologia”</p> <p>Data: 14 de março, quinta-feira, das 14h às 18h</p> <p>Local: Associação Comercial e Industrial de Londrina - R. Minas Gerais, 297 - 1º Andar - Centro</p> <p>Inscrições<a href="https://abde.org.br/cursos-e-eventos/inscricao/?eventId=15678"> AQUI</a></p></div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="https://www.fomento.pr.gov.br/Noticia/Com-apoio-de-entidades-do-Estado-Londrina-recebe-evento-nacional-de-credito-rural" data-a2a-title="Com apoio de entidades do Estado, Londrina recebe evento nacional de crédito rural"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><section> </section> Wed, 13 Mar 2024 17:04:24 +0000 50495278807 2560 at https://www.fomento.pr.gov.br Com juros subsidiados pelo Estado, Banco do Agricultor já muda a realidade dos paranaenses https://www.fomento.pr.gov.br/Noticia/Com-juros-subsidiados-pelo-Estado-Banco-do-Agricultor-ja-muda-realidade-dos-paranaenses <span>Com juros subsidiados pelo Estado, Banco do Agricultor já muda a realidade dos paranaenses</span> <div class="field field--name-field-editoria field--type-entity-reference field--label-hidden field--items"> <div class="field--item"><a href="/Editoria/Noticias" hreflang="pt-br">Notícias</a></div> </div> <span><span lang="" about="/usuario/higorpo" typeof="schema:Person" property="schema:name" datatype="">higorpo</span></span> <span>seg, 21/03/2022 - 14:48</span> <div class="field field--name-field-escopo-destaque field--type-string-long field--label-hidden field--item">Lançado em 2021, o Banco do Agricultor Paranaense funciona como um programa de crédito exclusivo com juros subsidiados pelo Governo. A proposta é alavancar investimentos por meio da equalização de taxa de juros em diversas atividades agropecuárias.</div> <div class="field field--name-field-escopo-manchete field--type-string-long field--label-hidden field--item">Lançado em 2021, o Banco do Agricultor Paranaense funciona como um programa de crédito exclusivo com juros subsidiados pelo Governo. A proposta é alavancar investimentos por meio da equalização de taxa de juros em diversas atividades agropecuárias.</div> <div class="field field--name-field-texto field--type-text-long field--label-hidden field--item"><p>Os cafezais simetricamente plantados pela agricultora Silvana Santos Marcomini Favaro, de Ivaiporã, no Vale do Ivaí, agora dividem espaço com tubos, filtros e aspersores, mudando um pouco o cenário da belíssima paisagem, vizinha “de fundos” do famoso rio que dá nome a uma das principais regiões de produção de café do Paraná.</p>&#13; &#13; <p>A adaptação tem explicação. Silvana está instalando na propriedade de três hectares de plantas de café um sistema de irrigação. Sonho antigo dos Favaro, que se tornou ainda mais prioridade com as ondas de calor e estiagem que acompanham a Região Sul do País. “Já são quatro anos assim, praticamente sem chuva”, diz a proprietária.</p>&#13; &#13; <p>O planejamento saiu do papel com a ajuda do <a href="https://www.agricultura.pr.gov.br/Banco-Agricultor/Pagina/Banco-do-Agricultor-Paranaense" target="_blank"><strong>Banco do Agricultor Paranaense</strong></a>. Silvana foi avisada que o programa desenvolvido pelo Governo no ano passado buscava facilitar a vida de quem estava de mal com São Pedro. Pela linha de financiamento estadual, projetos de irrigação que utilizem recursos do Plano Safra e formalizados até 31 de dezembro de 2022 saem a juros zero para os produtores, com as taxas custeadas integralmente pelo Estado. Além de carência para iniciar o pagamento e parcelas a perder de vista.</p>&#13; &#13; <p>Silvana captou R$ 157 mil. Recursos que prevê pagar com o incremento na produtividade das terras. “Era um projeto que já tinha intenção de fazer, mas que virou necessidade por causa da seca prolongada. Aí apareceu o Banco do Agricultor para nos ajudar”, diz. “Acredito que a produção total vai aumentar em pelo menos 30%, fora a maior qualidade do café que será produzido”, acrescenta Silvana, que estima colocar o sistema para rodar até o fim de abril.</p>&#13; &#13; <p>Irrigação que também está sendo instalada na propriedade de Marcos Leite, na vizinha Lidianópolis. Também para o café. “Passaremos, acredito eu, de 27/28 sacas beneficiadas por hectare para até 60 sacas por hectare. Será um salto muito grande a partir da irrigação”, afirma o cafeicultor, cujo financiamento de R$ 45 mil contemplou juro zero, dois anos de carência e outros cinco para pagamento das prestações.</p>&#13; &#13; <p>O escopo do projeto, porém, vai bem além. Antônio Navarro, de Sabáudia, na Região Norte, tem 10 anos para quitar o investimento em placas solares instaladas na granja com capacidade de 70 mil frangos. Ação de resultado imediato. Logo no primeiro mês, ele viu a conta de luz baixar de aproximadamente R$ 10 mil para R$ 300, com a vantagem ainda de a usina bancar a energia que gasta em casa. “São 15 mil kWh/mês, suficientes para o consumo nos barracões da granja e na minha casa. Um negócio excelente, mas que só se tornou viável por causa do juro zero”, destaca.</p>&#13; &#13; <p>Em Godoy Moreira, no Vale do Ivaí, Adeir Batista Prado recorreu ao Banco do Agricultor Paranaense para aumentar o rebanho. Passou de 10 para 20 vacas leiteiras, com um incremento estimado de 30% na produção.</p>&#13; &#13; <p>No caso dele, 3 pontos percentuais dos 4,5% da taxa de juros são custeados pelo programa. “No final dá uma diferença bem considerável”, diz. No caso de energia renovável, o juro zero vale para projetos que usem recursos provenientes do Plano Safra e formalizados até 31 de dezembro de 2022.</p>&#13; &#13; <p><strong>FUNCIONAMENTO</strong> – Lançado em 2021, o Banco do Agricultor Paranaense funciona como um programa de crédito exclusivo com juros subsidiados pelo Governo do Estado. A proposta é alavancar investimentos por meio da equalização de taxa de juros em diversas atividades agropecuárias, além de promover inovação tecnológica, sustentabilidade, geração de emprego e melhoria da competitividade do produto paranaense. O alcance é estimado em R$ 500 milhões.</p>&#13; &#13; <p>Para isso, o Estado compensa o agricultor, por meio da Fomento Paraná, com recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), com o reembolso de até 3 pontos porcentuais do juro contratado junto às instituições financeiras que trabalham com crédito rural – neste primeiro momento estão credenciados o Banco do Brasil, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e cooperativas de crédito (Sicoob e Cresol).</p>&#13; &#13; <p>Ou seja, dependendo do enquadramento dentro do programa e das condições do empréstimo, o financiamento é a juro zero para o agricultor, com os encargos ficando sob responsabilidade do Governo. Há, ainda, carência mínima para o pagamento da primeira prestação, variável de acordo com cada linha de crédito.</p>&#13; &#13; <p>“Qualquer lugar do mundo só vira uma potência quando descobre o que faz de melhor. No Paraná o que sabemos fazer de melhor é produzir alimentos. Hoje, exportamos comida para centenas de países e o agronegócio é responsável por cerca de um terço do Produto Interno Bruto (PIB) do nosso Estado. Então, o Governo tem responsabilidade de incentivar a criação de um ambiente de negócios que favoreça o setor”, destaca o governador Ratinho Junior. “O Banco do Agricultor Paranaense é algo inédito no País”.</p>&#13; &#13; <p>De acordo com a lei aprovada pela Assembleia Legislativa, a subvenção está autorizada para a agricultura familiar, cooperativas e associações de produção, comercialização e reciclagem, e as agroindústrias familiares, além de projetos que utilizem fontes renováveis de geração de energia e ou destinados à irrigação, entre outros. O financiamento é operado no âmbito do Programa Paraná Mais Empregos.</p>&#13; &#13; <p>“O Estado propõe uma política bastante agressiva no sentido de o dinheiro ser barato para o produtor. O agro é o setor que ajudou na retomada economia com o avanço da vacinação contra a Covid-19 e merece ser bem tratado pelo Governo do Estado”, explica o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. Ele acentua que a aplicação de juro zero para energia renovável é um fomento a mais na busca de tornar o Estado mais sustentável econômica e ambientalmente.</p>&#13; &#13; <p>"O Paraná tem um sistema de financiamento muito robusto. O Banco do Agricultor é uma amostra dessa força", completa o diretor-presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.</p>&#13; &#13; <p><strong>IRRIGAÇÃO E COOPERATIVAS</strong> – Uma das linhas oferecidas é para projetos de irrigação, com subvenção para financiamento de até R$ 850 mil por CPF. Nesse caso, os agricultores familiares, de forma geral, e os médios e grandes produtores da região do <a href="https://www.agricultura.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2021-01/municipios_do_arenito_caiua-convertido.pdf" target="_blank"><strong>Arenito Caiuá (Noroeste)</strong></a> poderão equalizar até 3 pontos percentuais de taxas de juros ao ano. Para médios e grandes produtores com propriedade em outras regiões, até 2 pontos percentuais. Serão beneficiados projetos para a produção de grãos, pastagens, forragens, mandioca, café, frutícolas, flores e olerícolas.</p>&#13; &#13; <p>Na linha destinada ao aumento de produção, inovação e aprimoramento dos processos de cooperativas da agricultura familiar há possibilidade de subvenção para obras civis, aquisição e instalação de máquinas e equipamentos e para projetos e prestação de serviços de assistência técnica. A equalização é para valores de até R$ 1 milhão por CNPJ.</p>&#13; &#13; <p>Já para aquelas que tiverem faturamento anual no limite de R$ 4,8 milhões, a compensação pode chegar a 3 pontos percentuais em investimentos produtivos e integralização de cotas-partes. Projetos de inovação e investimentos produtivos das cooperativas com faturamento entre R$ 4,8 milhões e R$ 16 milhões podem equalizar até 2 pontos percentuais anuais.<br />&#13;  </p>&#13; &#13; <figure role="group" class="caption caption-drupal-entity"><figcaption>Foto: Gilson Abreu/AEN</figcaption></figure><p> </p>&#13; &#13; <p><strong>AGROINDÚSTRIAS E LEITE</strong> – Projetos de implantação, expansão, modernização e adequações para atendimento a exigências sanitárias em agroindústrias também estão previstos. As operações podem ter equalização de juros de até 3 pontos percentuais ao ano se a agroindústria se localizar em <a href="https://www.agricultura.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2021-01/anexo_ii_-_municipios_com_idh_baixo-convertido.pdf" target="_blank"><strong>município com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)</strong></a>, abaixo da média estadual, ou o faturamento estiver no limite de R$ 4,8 milhões.</p>&#13; &#13; <p>No caso dos demais municípios ou o faturamento se posicionar até R$ 16 milhões, a subvenção é de 2 pontos percentuais. A compensação, no entanto, fica restrita a projeto com valor financiado não excedente ao limite de crédito estabelecido nas normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), divulgadas pelo Banco Central do Brasil e codificadas no Manual de Crédito Rural (MCR), por CPF, ao beneficiário do Pronaf, de forma individual ou coletiva, e até R$ 330 mil para pessoa jurídica/CNPJ.</p>&#13; &#13; <p>Em projetos de pecuária leiteira, prevê a equalização em projeto com valor financiado não excedente ao limite de crédito estabelecido nas normas do CMN, divulgadas pelo Banco Central e codificadas no MCR, por CPF, ao beneficiário do Pronaf, destinado à compra de matrizes, instalações, equipamentos e implementos que melhorem a produtividade, qualidade, adequação sanitária e renovação genética do rebanho.</p>&#13; &#13; <p>Estado pede ao governo federal mais ações para produtores prejudicados pela crise hídrica</p>&#13; &#13; <p>A subvenção é de 3 pontos percentuais para os agricultores familiares com declaração de aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e propriedade em município com IDH abaixo da média estadual. Para outras cidades, de 2 pontos percentuais.</p>&#13; &#13; <p><strong>ÁGUA, PINHÃO E ERVA-MATE</strong> – A proposta privilegia, ainda, projetos capazes de viabilizar a produção de água, com aumento de vazão de minas, córregos e riachos, e a captação ou represamento de águas pluviais. O investimento não pode exceder R$ 50 mil e deve se destinar à aquisição de materiais, equipamentos e serviços para adequação de microbacia, proteção de nascentes e construção ou impermeabilização de reservatórios e cisternas.</p>&#13; &#13; <p>Podem se credenciar agricultores familiares com declaração de aptidão ao Pronaf em todos os municípios. A compensação será de 3 pontos percentuais ao ano independentemente da localização da propriedade. Ou seja, se a operação for contratada com taxa inferior, o proprietário poderá abater 100% dos juros.</p>&#13; &#13; <p>Quatro municípios paranaenses estão entre os mais ricos do agronegócio brasileiro</p>&#13; &#13; <p>A produção de mudas, plantio, replantio e manutenção de florestas com pinheiro e erva-mate em projeto com valor financiado não excedente ao limite de crédito estabelecido nas normas do CMN, divulgadas pelo Banco Central e codificadas no MCR, por CPF, ao beneficiário do Pronaf também está integrada ao pacote. Para agricultores familiares do Pronaf, em municípios com IDH abaixo da média estadual, a equalização será de até 3 pontos percentuais. Os demais de 2 pontos percentuais.</p>&#13; &#13; <p><strong>PISCICULTURA, ORGÂNICOS E TURISMO</strong> – A mesma compensação da taxa de juros em 3 pontos percentuais se dá para agricultores do Pronaf em municípios com IDH baixo e de 2 pontos percentuais nos demais municípios para ações voltados para a piscicultura. Aplica-se a projeto com valor financiado não excedente ao limite de crédito estabelecido nas normas do CMN, divulgadas pelo Banco Central e codificadas no MCR, por CPF, ao beneficiário do Pronaf.</p>&#13; &#13; <p>O decreto estabelece as mesmas condições para diversos projetos relacionados a outras cadeias produtivas, como da seda, café, olerícolas, floricultura e fruticultura, além de sistemas de produção orgânica ou agroecológica. Se a linha de crédito tiver taxa de juros inferior a 3 pontos percentuais, a equalização será de até 100%.</p>&#13; &#13; <p>Um novo decreto, de fevereiro, ainda ampliou a atuação do Banco do Agricultor para mais duas áreas: apicultura e turismo rural. Projetos que modernizem a produção de mel ou que atraiam turistas para o Interior vão poder receber a subvenção de até 3 pontos percentuais ao ano concedida pelo Estado.</p>&#13; &#13; <p><strong>ENERGIA RENOVÁVEL</strong> – O Banco do Agricultor Paranaense prevê também subvenção para operações em obras civis, aquisição de materiais e equipamentos e na elaboração de projetos de geração de energia a partir de fontes renováveis. Se enquadram ações do modelo solar fotovoltaica e biomassa, com prioridade para projetos relacionados à Geração Distribuída ou Geração Isolada.</p>&#13; &#13; <p>São passíveis do benefício valores financiados de até R$ 500 mil para energia solar fotovoltaica e de até R$ 1,5 milhão em biomassa. A equalização é de 3 pontos percentuais.</p>&#13; &#13; <p>O projeto estipula que, de forma excepcional, programas de apoio à irrigação e de fomento ao uso de fontes de energia alternativas no âmbito do Banco do Agricultor Paranaense terão equalização integral das taxas de juros em contratações efetivadas até 31 de dezembro de 2022 com recursos do Plano Safra. “Sem chuva baixa muito a produtividade, por isso o programa vai melhorar bastante a vida de quem produz no Paraná”, destaca o engenheiro agrônomo do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Cleverson da Silva Souza.</p>&#13; &#13; <p>A concessão se deve aos impactos da pandemia da Covid-19 na economia paranaense, além das severas estiagens verificadas nos últimos anos e a necessidade de reduzir custos de produção.</p>&#13; &#13; <p><strong>COMO ACESSAR</strong> – Para acessar o programa, basta o agricultor ou empresário buscar o banco conveniado com a Fomento Paraná e acertar as condições do investimento. Mais informações também estão na <a href="https://www.agricultura.pr.gov.br/Banco-Agricultor/Pagina/Banco-do-Agricultor-Paranaense" target="_blank"><strong>página oficia</strong></a>l do programa.</p>&#13;</div> <span class="a2a_kit a2a_kit_size_24 addtoany_list" data-a2a-url="https://www.fomento.pr.gov.br/Noticia/Com-juros-subsidiados-pelo-Estado-Banco-do-Agricultor-ja-muda-realidade-dos-paranaenses" data-a2a-title="Com juros subsidiados pelo Estado, Banco do Agricultor já muda a realidade dos paranaenses"><a class="a2a_button_facebook"></a><a class="a2a_button_twitter"></a><a class="a2a_button_whatsapp"></a></span><section> </section> Mon, 21 Mar 2022 17:48:32 +0000 higorpo 2401 at https://www.fomento.pr.gov.br